Terminou Attack on Titan e ainda está procurando uma história com guerras brutais, personagens traumatizados, governos manipuladores, batalhas desesperadas e reviravoltas capazes de mudar tudo o que você pensava saber?
Esta lista reúne sete animes que exploram, cada um à sua maneira, elementos centrais de Attack on Titan: conflitos militares, sociedades divididas, governos autoritários, personagens usados como armas, soldados adolescentes, monstros gigantes, genocídio, colonialismo, propaganda, trauma psicológico e dilemas morais.
A ordem apresentada aqui não deve ser lida como uma verdade absoluta. O ranking combina qualidade da história, força da construção política, impacto emocional, qualidade das batalhas, presença de estratégias militares, semelhança temática, consistência da adaptação, capacidade de surpreender e profundidade na discussão sobre guerra e violência.
Atenção: algumas seções mencionam mortes, reviravoltas e elementos importantes das obras. Se você ainda não assistiu a algum dos animes, leia as recomendações com cuidado.
Ranking rápido
| Posição | Anime | Principal semelhança com Attack on Titan |
|---|---|---|
| 1º | 86: Eighty-Six | Guerra, discriminação, soldados descartáveis e trauma |
| 2º | Vinland Saga | Violência, vingança, guerra e consequências humanas |
| 3º | Fullmetal Alchemist: Brotherhood | Militarismo, conspiração estatal e experimentos humanos |
| 4º | Code Geass: Lelouch of the Rebellion | Revolução, estratégia, impérios e decisões moralmente ambíguas |
| 5º | Mobile Suit Gundam: Iron-Blooded Orphans | Crianças-soldados, exploração e guerra política |
| 6º | Kabaneri of the Iron Fortress | Sobrevivência contra monstros e cidades fortificadas |
| 7º | Kaiju No. 8 | Humanos contra monstros gigantes e protagonista híbrido |
1º lugar — 86: Eighty-Six
O anime mais parecido com Attack on Titan em guerra, discriminação e trauma.
A obra se passa durante uma guerra entre a República de San Magnolia e o Império de Giad. A República afirma que combate apenas máquinas autônomas e que nenhum cidadão está sendo enviado para morrer. A verdade é bem diferente: os drones Juggernauts são, na realidade, pilotados pelos habitantes do chamado Setor 86, um grupo perseguido e tratado como inferior pelo próprio governo que jura protegê-lo.
A série desenvolve a guerra como uma mentira institucional sustentada por uma população privilegiada que nunca vê o campo de batalha, enquanto os Eighty-Six são tratados como soldados descartáveis. Lena, oficial ligada ao sistema, e Shin, sobrevivente e comandante da unidade Spearhead, carregam boa parte do peso emocional da trama — marcada por luto, culpa, o peso da memória dos mortos e a sugestão constante de que o verdadeiro inimigo pode não ser apenas uma máquina sem consciência.
Comparação com Attack on Titan
as duas obras mostram uma população protegida por uma estrutura política, jovens enviados para lutar, soldados tratados como recursos, verdades escondidas, preconceito institucional, mortes frequentes e governos controlando a narrativa oficial da guerra — sempre a partir de protagonistas que descobrem, aos poucos, que o conflito é muito diferente do que aprenderam.
Uma das análises mais interessantes sobre a obra é justamente a ideia de que os inimigos podem não ser monstros ou máquinas sem consciência, mas vítimas transformadas pela própria lógica da guerra — um paralelo direto com a forma como Attack on Titan revela a humanidade por trás dos titãs.
Para quem é
fãs de batalhas militares, ficção científica, soldados traumatizados, discriminação, romances à distância, mortes com impacto emocional e conspirações governamentais.
Por que o 1º lugar
86 ocupa a primeira posição por reunir o maior número de características associadas a Attack on Titan — guerra, desigualdade, propaganda, soldados jovens, segredos de Estado e tragédia política, tudo em uma única obra.
2º lugar — Vinland Saga
O melhor anime da lista para entender as consequências da violência.
A obra acompanha Thorfinn, um garoto que cresce entre vikings depois do assassinato de seu pai. Ele se torna um guerreiro movido por vingança, mas a narrativa questiona, aos poucos, se a violência realmente pode produzir liberdade.
A série desenvolve a infância destruída pela guerra, a obsessão de Thorfinn por vingança, o papel de Askeladd como centro do conflito, a violência transformada em identidade e o vazio que segue depois da vingança ser consumada. A mudança de ritmo na segunda temporada — quando a fazenda surge como contraponto direto à guerra — reforça temas como trabalho, reconstrução e a dificuldade real de abandonar um ciclo de violência.
O próprio autor, Makoto Yukimura, já declarou publicamente sua oposição à violência e a esperança de que a obra inspire uma nova geração a rejeitar a guerra, chegando a sugerir que quem busca uma narrativa mais violenta talvez devesse procurar justamente Attack on Titan — já que Vinland Saga caminha, propositalmente, para uma reflexão antibélica.
Comparação com Attack on Titan
Eren e Thorfinn começam suas jornadas movidos por vingança, os dois transformam a dor em objetivo de vida, a guerra molda diretamente suas personalidades, os inimigos são inicialmente desumanizados, e ambas as histórias questionam se a violência é transmitida entre gerações e se a paz é realmente possível.
Ponto de contraste
enquanto Attack on Titan mostra a escalada da guerra, Vinland Saga se concentra no que acontece depois — quando a pessoa percebe o que a guerra realmente fez com ela.
Para quem é
fãs de guerras históricas, vikings, dramas psicológicos, pacifismo, consequências da violência, mudanças profundas de protagonista e histórias mais filosóficas.
Por que o 2º lugar
a profundidade com que a obra trata violência, vingança e reconstrução pessoal garante a Vinland Saga um lugar muito próximo do topo desta lista.
3º lugar — Fullmetal Alchemist: Brotherhood
A melhor opção para quem gosta de conspirações militares e segredos de Estado.
Edward e Alphonse Elric utilizam alquimia na tentativa de trazer a mãe de volta à vida. O experimento fracassa e dá início à busca pela Pedra Filosofal. Ao longo da jornada, os irmãos descobrem que o exército, guerras civis, experimentos humanos e criaturas chamadas homúnculos fazem parte de um plano muito maior do que imaginavam.
A trama desenvolve o Exército de Amestris, os alquimistas federais, um Estado fortemente militarizado, a Guerra Civil de Ishval, experimentos humanos, a Pedra Filosofal e a manipulação de mortes em escala nacional — tudo revelando como vidas humanas foram usadas como recurso político.
Relação com Attack on Titan
nas duas obras, o conflito militar é apenas a superfície. Em Attack on Titan, os personagens descobrem que a guerra envolve nações inteiras, história oculta e propaganda; em Fullmetal Alchemist, eles descobrem que guerras anteriores foram deliberadamente utilizadas para construir um círculo de transmutação em escala nacional.
O arco de Ishval funciona como o ponto central da crítica da obra: a desumanização de um povo inteiro, a autorização estatal para o extermínio, soldados que simplesmente obedeceram ordens, personagens obrigados a reconhecer seus próprios crimes e a tentativa posterior de reformar o governo para impedir que a história se repita. A alquimia, nesse sentido, torna literal uma lógica bastante comum em contextos de guerra: transformar vidas em números e recursos.
Edward e Eren, em contraste
Edward tenta reparar os danos causados por suas próprias escolhas e preservar vidas sempre que possível; Eren, ao contrário, passa a aceitar custos cada vez maiores em nome da liberdade, tratando progressivamente o mundo como um obstáculo a ser superado.
Para quem é
fãs de conspiração militar, experimentos humanos, guerra civil, dilemas morais, mitologia complexa, reviravoltas bem planejadas e finais satisfatórios.
Por que o 3º lugar
a obra equilibra aventura, ação, guerra, política e desenvolvimento de personagens de forma tão consistente que garante um lugar firme no topo desta lista.
4º lugar — Code Geass: Lelouch of the Rebellion
O anime ideal para quem gosta de revolução, estratégia e protagonistas ambíguos.
Lelouch é um príncipe exilado que recebe o poder do Geass e inicia uma rebelião contra o Império de Britannia. A obra mistura guerra e revolução, império, terrorismo, espionagem, manipulação, mechas, vingança, sacrifício, tragédia familiar e poder político em uma combinação que raramente perde o ritmo.
O Geass funciona como uma verdadeira arma política: o poder de Lelouch não se limita a uma habilidade individual, sendo capaz de influenciar líderes, soldados, operações militares inteiras, relações familiares, organizações rebeldes e decisões políticas de grande escala.
Comparação com Eren
os dois personagens lutam contra estruturas opressoras, se tornam símbolos de suas respectivas causas, reúnem seguidores, tomam decisões extremas, passam a ser vistos como ameaças até por antigos aliados, e carregam o peso de representar uma luta coletiva muito maior do que eles mesmos.
A questão moral central da obra também dialoga diretamente com Attack on Titan: é possível usar métodos malignos para destruir um sistema maligno sem acabar reproduzindo a própria lógica do inimigo? Vale acompanhar de perto identidades ocultas, promessas feitas ao longo da trama, as regras específicas do Geass, decisões aparentemente impulsivas e símbolos políticos que só fazem sentido completo bem mais adiante na história.
Para quem é
fãs de estratégia, impérios, rebeliões, protagonistas moralmente ambíguos, batalhas de mechas, sacrifícios dramáticos e finais marcantes.
Por que o 4º lugar
a capacidade da obra de transformar uma guerra em tragédia política e psicológica justifica sua posição na metade superior desta lista.
5º lugar — Mobile Suit Gundam: Iron-Blooded Orphans
A guerra vista pelos olhos de crianças transformadas em soldados.
A obra acompanha jovens soldados que trabalham para a empresa de segurança CGS em Marte. Depois de serem abandonados pelos adultos, eles se rebelam, assumem o controle da própria unidade e formam o Tekkadan, em um cenário futurista marcado por desigualdade e exploração.
A trama desenvolve temas como crianças-soldados, pobreza, exploração, escravidão, colonialismo, desigualdade, mercenarismo, corrupção, busca por independência política e a formação de uma verdadeira família escolhida entre os sobreviventes.
Mikazuki, um dos protagonistas, não luta por uma grande ideologia — ele foi criado em uma realidade em que matar sempre funcionou como ferramenta de sobrevivência, o que levanta uma pergunta incômoda: uma criança que nunca teve a oportunidade de viver normalmente pode ser julgada da mesma maneira que os adultos que a colocaram na guerra?
O Tekkadan, liderado por Orga, começa como um simples grupo de sobreviventes, torna-se uma família, conquista reconhecimento, passa a depender cada vez mais de armas e alianças, transforma-se gradualmente em uma força militar de peso — e corre o risco real de acabar repetindo a mesma lógica de poder que originalmente combatia.
Relação com Attack on Titan
jovens soldados, a guerra tratada como única possibilidade de vida, personagens tratados como descartáveis, laços de família substituindo a família biológica, batalhas com consequências físicas permanentes, exploração por parte dos adultos e a ascensão de grupos rebeldes contra o sistema.
Para quem é
fãs de mechas, guerras políticas, crianças-soldados, exploração social, personagens traumatizados e batalhas com consequências permanentes.
Por que o 5º lugar
a crítica direta à exploração infantil e a forma como a obra mostra jovens tentando construir liberdade dentro de um sistema que só reconhece sua existência quando são úteis como soldados garantem à obra um lugar sólido no meio desta lista.
6º lugar — Kabaneri of the Iron Fortress
O anime visualmente mais parecido com a primeira temporada de Attack on Titan.
A obra apresenta um mundo tomado pelos Kabane, criaturas semelhantes a mortos-vivos. Uma mordida transforma a vítima em outro Kabane, e os corações desses monstros são protegidos por uma estrutura metálica praticamente impenetrável. A humanidade sobrevive em estações fortificadas e se desloca por meio de trens blindados.
Ikoma, o protagonista, se torna um Kabaneri depois de ser infectado, passando a existir em algum ponto entre humano e monstro — e tentando usar essa condição para proteger a própria comunidade que, muitas vezes, desconfia dele.
Comparação com Eren
ambos passam por uma transformação, ambos ficam ligados de alguma forma aos próprios inimigos, ambos despertam desconfiança nas pessoas ao redor, ambos tentam usar seu poder monstruoso para proteger humanos, e ambos colocam em crise a separação simples entre “nós” e “eles”.
O trem blindado funciona, ao longo da obra, como uma espécie de muralha móvel: abrigo, cidade, rota de fuga, símbolo de progresso, barreira contra os monstros e, ao mesmo tempo, espaço constante de conflito social entre os próprios sobreviventes.
Limitações
comparado a Attack on Titan, Kabaneri possui menos profundidade política, narrativa mais curta, menor desenvolvimento histórico e um foco maior em estética e ação do que em construção de mundo.
Para quem é
fãs de monstros semelhantes a zumbis, cenários steampunk, trens blindados, protagonistas híbridos, ação rápida, sobrevivência e cidades fortificadas.
Por que o 6º lugar
a obra é visualmente muito próxima de Attack on Titan, mas não alcança o mesmo nível de complexidade política e desenvolvimento histórico, o que a coloca na parte final desta lista.
7º lugar — Kaiju No. 8
A escolha mais moderna para quem sente falta de monstros gigantes e esquadrões militares.
Kafka Hibino trabalha limpando corpos de kaiju depois dos ataques. Seu sonho é entrar na Força de Defesa e cumprir uma promessa feita na infância a Mina Ashiro. Depois de ingerir uma criatura misteriosa, Kafka passa a se transformar em um kaiju poderoso, mas mantém sua consciência humana intacta.
A obra desenvolve monstros gigantes, a estrutura da Força de Defesa, esquadrões, hierarquia militar, um protagonista híbrido escondendo sua identidade, treinamento intenso, núcleos vitais e criaturas classificadas por um sistema de Fortitude, além do dilema constante entre humanidade e transformação.
A hierarquia dos kaiju é dividida em Yoju, Honju, Daikaiju e Kaiju Numerados — e, curiosamente, os Kaiju Numerados não formam necessariamente um ranking linear de poder. Kafka, como Kaiju Número 8, apresenta Fortitude aproximada de 9.8, enquanto o Número 9 é especialmente perigoso não pela força bruta, mas por sua inteligência e capacidade de adaptação.
Kafka x Eren
Kafka quer proteger os amigos, tenta continuar humano, esconde sua identidade, usa o poder contra os próprios kaiju e teme ser eliminado pela Força de Defesa; Eren, por outro lado, começa movido por vingança, transforma liberdade em objetivo absoluto, desafia o mundo inteiro, aceita consequências cada vez mais extremas e se torna, ele mesmo, uma ameaça global.
Há ainda uma ironia interessante nas chamadas Numbers Weapons: a humanidade utiliza órgãos, núcleos e habilidades de kaiju para produzir armas — criando um paralelo direto com Attack on Titan, em que os humanos tentam eliminar os monstros, mas dependem justamente daquilo que os torna monstruosos para sobreviver.
Para quem é
fãs de monstros gigantes, esquadrões militares, protagonistas híbridos, hierarquias de ameaça, treinamento, mistério sobre a origem dos inimigos e um equilíbrio entre comédia, drama e ação.
Por que o 7º lugar
a obra ocupa a última posição não por falta de qualidade, mas porque possui um tom geral mais leve e uma abordagem mais direta do que Attack on Titan.
Qual anime assistir de acordo com seu aspecto favorito?
| Se você gostava de… | Assista a… |
|---|---|
| Guerra, discriminação e soldados descartáveis | 86: Eighty-Six |
| Violência, vingança e consequências | Vinland Saga |
| Conspiração militar e experimentos humanos | Fullmetal Alchemist: Brotherhood |
| Revolução, império e estratégia | Code Geass |
| Crianças-soldados e exploração social | Iron-Blooded Orphans |
| Monstros, fortalezas e sobrevivência | Kabaneri of the Iron Fortress |
| Kaiju, esquadrões e protagonista híbrido | Kaiju No. 8 |
O que esses sete animes têm em comum?
A guerra nunca é apenas uma batalha
Cada uma dessas obras usa o cenário de guerra para levantar uma pergunta bem específica: 86 questiona o racismo institucional; Vinland Saga questiona a glorificação da violência; Fullmetal Alchemist questiona o uso de vidas humanas pelo Estado; Code Geass questiona os limites éticos da revolução; Iron-Blooded Orphans questiona a exploração de crianças; Kabaneri questiona o isolamento e a sobrevivência em grupo; e Kaiju No. 8 questiona a própria fronteira entre humanos e monstros.
Protagonistas transformados em armas
Em maior ou menor grau, todos os protagonistas dessas obras funcionam, ao mesmo tempo, como soldados, ferramentas políticas, símbolos de uma causa, sobreviventes, ameaças em potencial, líderes involuntários e, em alguns casos, armas vivas usadas por sistemas muito maiores do que eles.
Proteção como mecanismo de controle
Muralhas, a República de San Magnolia, o Estado de Amestris, o Império de Britannia, a Força de Defesa de Kaiju No. 8 e as organizações militares de Iron-Blooded Orphans têm algo em comum: todas essas estruturas prometem proteção, mas em troca exigem obediência, sacrifício, silêncio, desumanização, controle rígido da informação e, muitas vezes, aceitação silenciosa da desigualdade.
Heróis moldados pela guerra
| Personagem | O que a guerra transforma nele |
|---|---|
| Shin | Um sobrevivente que carrega a memória dos mortos |
| Thorfinn | Um garoto consumido pela vingança |
| Edward | Um jovem tentando corrigir um erro irreversível |
| Lelouch | Um revolucionário que transforma pessoas em peças |
| Mikazuki | Uma criança criada para funcionar como arma |
| Ikoma | Um humano que utiliza a própria transformação |
| Kafka | Um kaiju que tenta continuar sendo humano |
| Eren | Um defensor da liberdade que se torna ameaça global |
Essa tabela ajuda a perceber que a semelhança entre essas obras não depende apenas da presença de monstros ou de batalhas grandiosas — ela está em como a guerra, de formas muito diferentes, termina moldando quem cada um desses personagens se torna.
O que torna esses animes semelhantes a Attack on Titan?
Eles não são semelhantes apenas porque possuem guerras. O principal ponto em comum é que todos mostram sociedades em crise, nas quais pessoas são transformadas em armas por sistemas políticos, militares ou econômicos maiores do que elas.
A verdadeira ligação está em temas como liberdade, medo, propaganda, sacrifício, vingança, identidade, desumanização, sobrevivência e responsabilidade coletiva — os mesmos elementos que fizeram de Attack on Titan uma das obras mais discutidas da última década, e que continuam presentes, cada um à sua maneira, nos sete animes desta lista.

Seja muito bem-vindo! Eu sou o Leandro, mas no mundo dos animes todo mundo me chama de Leko. Minha história com a cultura pop japonesa começou lá em 2008. Cresci vidrado em clássicos como Dragon Ball e Digimon, e hoje sou o tipo de fã que acompanha cada detalhe e crio minhas próprias teorias.
O Animeleko é um espaço onde eu compartilho minhas próprias teorias e comento sobre a qualidade da animação dos estúdios, falo minha opinião sobre o ritmo dos lançamentos — desde os shonens clássicos até aqueles isekais de culinária bem relaxantes, como Tondemo Skill.
